Fio vermelho – Rosiene Inácio

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Nos 21 contos de Fio Vermelho, Rosiene Inácio costura o metafórico e o literal, o espiritual e o corporal, aproximando o leitor de diferentes formas de ser e existir. A autora se dilui em suas personagens — mulheres fictícias, mas reconhecíveis — para observar a vida a partir de fragmentos cotidianos, alternando entre quem observa e quem é observada. 

O resultado é uma escrita de tom franco e conversacional, que lembra causos contados informalmente, mas que revela camadas de imaginação e verdade sobre a experiência feminina. Apedagoga e escritora Valéria Barros Nunes resume o efeito da leitura: “Seus textos nos entretêm, mas também nos humanizam.”

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Descrição

Sobre o livro

 

Nos 21 contos de Fio Vermelho, Rosiene Inácio costura o metafórico e o literal, o espiritual e o corporal, aproximando o leitor de diferentes formas de ser e existir. A autora se dilui em suas personagens — mulheres fictícias, mas reconhecíveis — para observar a vida a partir de fragmentos cotidianos, alternando entre quem observa e quem é observada. 

O resultado é uma escrita de tom franco e conversacional, que lembra causos contados informalmente, mas que revela camadas de imaginação e verdade sobre a experiência feminina. Apedagoga e escritora Valéria Barros Nunes resume o efeito da leitura: “Seus textos nos entretêm, mas também nos humanizam.”

Sobre a autora

 

Rosiene Inácio nasceu na Fazenda Lagoinha, no atual município goiano de Água Fria. A vida rural compõe sua memória. Na década de 1970, mudou-se com a família para Brasília, onde as cenas urbanas passaram a fazer parte de sua trajetória. 

Em 1991, voltou ao meio rural com seu companheiro, numa chácara perto de Sobradinho, onde criaram três filhos. Foi professora de artes na escola pública do Distrito Federal por 25 anos. Em sala de aula, a dimensão humana ganhou presença marcante: com cerca de seiscentos alunos por semana, diz ter se tornado “povoada de gente”, que escuta até hoje. 

De volta à cidade, na Asa Norte, foi durante a pandemia que começou a escrever. Em meio às transformações do período, aproximou-se de um espaço interno que a levou à escrita. A publicação ecoa algo que sempre dizia a seus alunos: a produção artística carece de público.

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