Descrição
Os poemas deste livro são um passeio por Brasília.
Um tour de olhares com as surpresas do haicai.
O existir do poeta se mescla com a existência da
cidade.
R$22,00
Os poemas deste livro são um passeio por Brasília. Um tour de olhares com as surpresas do haicai. O existir do poeta se mescla com a existência da cidade.
496 em estoque
Os poemas deste livro são um passeio por Brasília.
Um tour de olhares com as surpresas do haicai.
O existir do poeta se mescla com a existência da
cidade.
| Peso | 0,3 kg |
|---|---|
| Dimensões | 21 × 14 × 2 cm |
| Autoria | Vicente Faleiros |
| Coordenação | Natália Cristina Aniceto |
| Revisão | Amanda Xavier |
| Diagramação | Djanine Denise de Miguel Silva |
| Ilustrações | Laryssa Gabrielle |
| Apresentação | Marta Helena de Freitas |
| ISBN | 978-65-86721-72-0 |
| Páginas | 52 |
| Gênero | Poesia |
Você precisa fazer logged in para enviar uma avaliação.
Hilda Curcio –
Cais em Brasília, do poeta Vicente de Paula Faleiros. Lido e degustado. Cais em Brasília é surpreendente, flui com tanta naturalidade como a cidade — natural por tamanha beleza, pelo ar puro, pelo horizonte. Todos que desejaram conseguiram cantar a capital brasileira, de toda forma, todo tempo, desde sempre. Mas ver a música fluir desses Haicais que, por sua natureza deveriam ser objetivos, já que sintéticos, provoca brilho na alma — de leitora, amante de poesia —, por trazerem metáforas inusitadas nesse tema, perceptíveis ao ler a obra toda, como se nunca tivesse lido qualquer poesia sobre Brasília, tal sua originalidade. Consegui me colocar como quem não conhecia a cidade e, finda a leitura, passa a conhecê-la, dada a facilidade com que o poeta Vicente de Paula Faleiros descreve os espaços que encontramos em cada arquitetura, o que se verifica, por exemplo, em “Pressentimento — Escondem-se em subsolo/Pressentimento de chuva/Cigarras não cantam solo.”. Tudo isso completado pelas ilustrações realistas, identificáveis todas por seu dinamismo. Quando pensei que o poeta já tivesse premiado todos os mais importantes espaços, na p. 45, ele expõe Haicais bastante atuais, “Pandemia 1 e 2”. Parabéns pelo trabalho, adorei ler poesia tão bela, criativa e instrutiva também.