Nenhuma ditadura jamais poupou crianças – Ana Rossi

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Partindo de memória e história pessoal, Ana Rossi conta como seu pai, Luiz Basílio Rossi, foi sequestrado e preso em Araçatuba/SP, no auge do regime ditatorial civil-militar, em 1973. Mesmo contando com apenas 8 anos de idade, a autora-narradora credita a esta experiência traumática muito do que configurou sua existência, escrita e vida.

Ainda criança, a autora ensaiou muito da história contada, misturando o português e o francês para dar conta de um exílio imposto, o que seria o primeiro rascunho.

De volta ao Brasil, ainda adolescente, colheu informações com o próprio pai sobre a prisão. Com uma espécie de sanha jornalística, anotou e gravou todos os relatos de tortura e vivência desse pai, mais rascunho do que agora se materializa neste romance arrebatador e que apresenta o ponto de vista das crianças dos presos e torturados.

Ana Rossi coloca o leitor dentro da cena representada e da não ficção que se pretende contar, mesmo que com todos os recursos da ficção, o que caracteriza uma inovação. Calcado na linguagem real e realista, ainda assim sem abrir mão das metáforas e de outros recursos, o romance é composto de silêncios e gritos. Com certeza ele agradará ao leitor mais exigente.

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Descrição

Sobre o livro:

 

Partindo de memória e história pessoal, Ana Rossi conta como seu pai, Luiz Basílio Rossi, foi sequestrado e preso em Araçatuba/SP, no auge do regime ditatorial civil-militar, em 1973. Mesmo contando com apenas 8 anos de idade, a autora-narradora credita a esta experiência traumática muito do que configurou sua existência, escrita e vida.

Ainda criança, a autora ensaiou muito da história contada, misturando o português e o francês para dar conta de um exílio imposto, o que seria o primeiro rascunho.

De volta ao Brasil, ainda adolescente, colheu informações com o próprio pai sobre a prisão. Com uma espécie de sanha jornalística, anotou e gravou todos os relatos de tortura e vivência desse pai, mais rascunho do que agora se materializa neste romance arrebatador e que apresenta o ponto de vista das crianças dos presos e torturados.

Ana Rossi coloca o leitor dentro da cena representada e da não ficção que se pretende contar, mesmo que com todos os recursos da ficção, o que caracteriza uma inovação. Calcado na linguagem real e realista, ainda assim sem abrir mão das metáforas e de outros recursos, o romance é composto de silêncios e gritos. Com certeza ele agradará ao leitor mais exigente.

Sobre a autora:

 

Ana Rossi é poeta, escritora, tradutora, profa. da Universidade de Brasília e Presidente do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Sua vida literária começa na França com “nous la mémoire” [nós a memória] (2007), um livro de poesia inédito no Brasil. “senda” (2024) é seu oitavo livro, um compêndio de poesia que traz um forte “eu lírico”.
“Nenhuma ditadura jamais poupou crianças” (2025) é um romance cuja escrita foi ensaiada durante anos para dar conta da violência política que atingiu duramente sua infância e família, em 1973, com o sequestro de seu pai pela ditadura civil-militar.
Instagram: @by_anarossi

De acordo com Priscila Calado, crítica literária e revisora de texto, “Ana Rossi contribui efetivamente para a literatura brasileira contemporânea com esta narrativa pungente sobre os anos de chumbo.”

 

O livro está sendo vendido na modalidade pré-venda e oferecemos duas possibilidades para que ele chegue até as suas mãos:

  1. Retirada com a autora na data do lançamento – a retirada é de responsabilidade do (do) leitor (a) /comprador(a) e deverá ser combinada com a autora caso não seja retirado na data do lancamento

  2. Entrega via correios a partir do dia 22 de setembro de 2025.

Informação adicional

Dimensões 21 × 14 × 2 cm

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